30.9.08

Passeio no Alentejo

Portas de Rodão


Carro Tipico do Alentejo NISA



Pousada D. Nuno Alvares Pereira FLOR da ROSA




Rua Tipica Alentejo ALTER PEDROSO




Igreja Matriz ALTER PEDROSO

Praça Forte CABEÇO de VIDE


Prisão CABEÇO de VIDE



Igreja do Espírito Santo CABEÇO de VIDE




Ponte Romana CABEÇO de VIDE



Monte Torre de Palma VAIAMONTE



Ponte Romana MONFORTE




MONFORTE





ÉVORA




Rua tipica ÉVORA

6.9.08

SPLASH



Um com espectáculo de teatro dentro daquilo a que nos habituou o TEATRO REGIONAL DA SERRA DE MONTEMURO,


numa criação colectiva com encenação de Nuno Pinto Custódio.



O texto fala-nos de um rio que em vez de unir as pessoas as separa



Os personagens são duas famílias de Pantalone,


aquela personagem que na Commedia dell Art, representa a cobiça e a avareza.







3.9.08

VII FESTIVAL INTERNACIONALDE MÁSCARAS E COMEDIANTES








Realizou-se entre os dias 18 e 31 de Agosto ais um Festival de máscaras e comediantes em Lisboa. Durante o festival foi realizado um estágio de Máscaras no Museu da Marioneta.




sob a direcção de Mário Gonzalez.



Do curriculum do estágio constava a técnica da máscara








A representação teatral com máscara além de outras matérias.




No final era opinião unânime de que tinha valido a pena e aconselhavam outros colegas a realizarem um estágio idêntico por aquilo que tinham aprendido.


Foi apresentado numa parceria entre a FC Produções Teatrais e a EGEAC.

3.6.08

TERRA de NINGUÉM

Projecto apresentado no Fundão, resultante de uma co-produção entre “A Moagem-Cidade do Engenho e das Artes ” e da “Este – Estação Teatral da Beira Interior”.

A convite de uma amiga decidimos deliciar-nos, no último fim-de-semana e a propósito da peça em título, com uma visita ao interior.


Pois fizemos muito bem, mas destas deambulações falaremos noutra altura, por agora fica a apresentação do dito projecto teatral, criado por, com e para os miúdos que, a partir de uma história construíram esta peça: A “Terra de Ninguém”.

Estabelecido estava o cartaz, o título e o fim da história a partir de trabalhos plásticos de alunos do 1.º ciclo dos meninos do Fundão, tudo trabalhado por Maria Vasconcelos.

O resto passa-se entre uma leiteira, uma panela de ferro, um garrafão,


a almotolia, uma garrafa,



um par de botas é o sr. ranhoso (que não podia ser outro que não o patrão?!)



Estas personagens conduzem-nos pela história da invasão de terras (do patrão) e da sentença que determinou a sua gestão comunal, da vontade de emigrar para a “Paris da França” e de lá trazer dinheiro para comprar um banco, da possibilidade de tudo comprar, de tomar posse de tudo… menos das pessoas e da sua alma!

Criações da infância muito bem conduzidas, e extraordinariamente trabalhadas, na encenação da Maria, que tão bem mostra como uma nova geração de actores, performers, encenadores e criadores têm tanto para oferecer às artes cénicas deste país.
Assim, as oportunidades não lhes faltem e a sua força para lutar igualmente!

Aqui ficou um cheirinho do trabalho apresentado e a terminar o povo… aqui representado por duas cabaças e o respectivo par de abanicos, coadjuvados por mais duas canecas de metal!