6.9.08

SPLASH



Um com espectáculo de teatro dentro daquilo a que nos habituou o TEATRO REGIONAL DA SERRA DE MONTEMURO,


numa criação colectiva com encenação de Nuno Pinto Custódio.



O texto fala-nos de um rio que em vez de unir as pessoas as separa



Os personagens são duas famílias de Pantalone,


aquela personagem que na Commedia dell Art, representa a cobiça e a avareza.







3.9.08

VII FESTIVAL INTERNACIONALDE MÁSCARAS E COMEDIANTES








Realizou-se entre os dias 18 e 31 de Agosto ais um Festival de máscaras e comediantes em Lisboa. Durante o festival foi realizado um estágio de Máscaras no Museu da Marioneta.




sob a direcção de Mário Gonzalez.



Do curriculum do estágio constava a técnica da máscara








A representação teatral com máscara além de outras matérias.




No final era opinião unânime de que tinha valido a pena e aconselhavam outros colegas a realizarem um estágio idêntico por aquilo que tinham aprendido.


Foi apresentado numa parceria entre a FC Produções Teatrais e a EGEAC.

3.6.08

TERRA de NINGUÉM

Projecto apresentado no Fundão, resultante de uma co-produção entre “A Moagem-Cidade do Engenho e das Artes ” e da “Este – Estação Teatral da Beira Interior”.

A convite de uma amiga decidimos deliciar-nos, no último fim-de-semana e a propósito da peça em título, com uma visita ao interior.


Pois fizemos muito bem, mas destas deambulações falaremos noutra altura, por agora fica a apresentação do dito projecto teatral, criado por, com e para os miúdos que, a partir de uma história construíram esta peça: A “Terra de Ninguém”.

Estabelecido estava o cartaz, o título e o fim da história a partir de trabalhos plásticos de alunos do 1.º ciclo dos meninos do Fundão, tudo trabalhado por Maria Vasconcelos.

O resto passa-se entre uma leiteira, uma panela de ferro, um garrafão,


a almotolia, uma garrafa,



um par de botas é o sr. ranhoso (que não podia ser outro que não o patrão?!)



Estas personagens conduzem-nos pela história da invasão de terras (do patrão) e da sentença que determinou a sua gestão comunal, da vontade de emigrar para a “Paris da França” e de lá trazer dinheiro para comprar um banco, da possibilidade de tudo comprar, de tomar posse de tudo… menos das pessoas e da sua alma!

Criações da infância muito bem conduzidas, e extraordinariamente trabalhadas, na encenação da Maria, que tão bem mostra como uma nova geração de actores, performers, encenadores e criadores têm tanto para oferecer às artes cénicas deste país.
Assim, as oportunidades não lhes faltem e a sua força para lutar igualmente!

Aqui ficou um cheirinho do trabalho apresentado e a terminar o povo… aqui representado por duas cabaças e o respectivo par de abanicos, coadjuvados por mais duas canecas de metal!

23.4.08

TEATRO IBÉRICO

De Eugène Ionesco

Uma alucinante despedida da vida. A peça fala da essência da existência humana diante golpe do destino que todo ser humano tem de enfrentar, mesmo com os temores do que pode acontecer ao dar o último suspiro. É a tragicómica história do “Rei Berengário” e, certamente, de todos nós. A irónica forma como ele apercebe-se do que está a acontecer à sua volta, as reacções à fatal notícia, bem como a relação que há entre ele e o inevitável desfecho, somente acompanhado pela consciente e assustadora ideia de que “O que deve acabar já acabou”. Para além do medo de se saber que a última cena é “obrigatoriamente” mortal, há a incómoda descoberta de que, realmente, nunca se chegou a viver.
Uma comédia que mostra o quão ridículos podemos ser quando nos confrontamos com a efemeridade da vida e o inútil apego que temos às coisas materiais.

10.4.08

PINTURAS


Foi numa casa particular, em Braga, numa das minhas escapadelas de Lisboa que encontrei estas obras






Ficamos a saber que foram feitas por duas pintoras amadoras, que têm a característica interessante de serem gémeas e são de seu nome Conceição e Rosa Lobo, foram pintadas em Leiria.,





e daí, em mãos familiares rumaram até onde as descobri, exceptuando a das mãos,




propriamente ditas, trabalho elaborado a partir das mãos da família das pintoras.




São estes acasos da vida que nos despertam interesse para obras que, por não estarem acessíveis publicamente, não teríamos outra forma de os apreciar. E é exactamente isto que pretendo partilhar convosco agora!